segunda-feira, 16 de março de 2015

Manifestação de 15 de Março de 2015 em Porto Velho


Porto Velho também aderiu à onda de protestos que tomou conta do país contra o Governo do PT e a favor do Impeachment da Presidente da República, Dilma Rousseff. A concentração em Porto Velho aconteceu na praça das Três Caixas d'Água, e em seguida percorreu ruas e avenidas no Centro da cidade até o Parque Madeira-Mamoré.

Durante todo o percurso os organizadores estiveram discursando sobre o atual contexto político do país, em que a corrupção está fortemente presente em vários segmentos do Estado prejudicando o progresso do país e o bem estar da sociedade.

O evento transcorreu regularmente. Não houve qualquer registro de violência, e a Polícia Militar em nenhum momento precisou reagir de forma mais enérgica, e apenas acompanhou todo o movimento, organizando o trânsito e cuidado da segurança dos participantes.

O verde e o amarelo tomou conta das ruas do Centro da Capital, assim como em várias outras localidades Brasil afora, porém, a expectativa é que as coisas não fiquem só nisso, afinal, o único meio de mudar o Brasil é amadurecermos nossa cultura, sendo honesto e votando de forma consciente. Enquanto fizermos protestos, mas continuarmos nos valendo do "jeitinho brasileiro" no dia a dia, de nada adiantará. Precisamos dar um basta no nosso individualismo e oportunismo, e pensarmos mais no coletivo, nos tornando assim uma sociedade mais honesta, e consequentemente gerando políticos honestos. 

Quanto ao pedido de Impeachment da Presidente da República, o ex-Ministro do Supremo Tribunal Federal, Ayres Britto, declarou para o jornalismo da Rede Globo, que não há qualquer embasamento legal para o impedimento da Presidente da República.

“Pedir o impeachment enquanto manifestação livre de vontade, tudo bem. Agora, concretamente, vamos convir, a presidente da República no curso deste mandato que mal se inicia não cometeu nenhum crime que é pressuposto do impeachment. Seja à luz do artigo 85 da Constituição, seja à luz da lei 1079, de 1950, versando sobre crimes de responsabilidade e por consequência, impeachment, não há a menor possibilidade de enquadramento da presidente da República nessas normas, sejam constitucionais, sejam legais”, disse Ayres Britto, ex-presidente do STF.











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