quinta-feira, 11 de maio de 2017

Espaço Alternativo conta com letreiro com o nome de Porto Velho

Quem for ao Espaço Alternativo de Porto Velho irá encontrar um grande letreiro com o nome da nossa cidade.
O sol faz parte da arte e certamente pode representar além do forte calor que faz nessa cidade, a forma calorosa com a qual são recebidos os filhos de outras regiões, afinal, Porto Velho embora seja uma cidade castigada ela é muito hospitaleira.




domingo, 5 de fevereiro de 2017

São Paulo, a Megalópole Brasileira

Minha segunda viagem à cidade de São Paulo começa no Aeroporto Internacional Jorge Teixeira em Porto Velho, onde vivo há mais de 29 anos (a vida toda). Embora o aeroporto seja internacional ele não recebe e nem faz vôos para outros países, mas tão somente opera com vôos domésticos. Para São Paulo eu embarquei num voo da Latam às 03h00min da madrugada e fiz conexão em Brasília com destino ao aeroporto de Congonhas em São Paulo

Assim que desembarquei por volta das 11h30min (horário local - em Porto Velho seria 09h30min) eu acabei caindo numa cilada por querer chegar logo no hotel (eu havia comprado um pacote com passagens de ida e volta e hospedagem através da Decolar). Um homem ofereceu um serviço de transporte individual como sendo mais barato que o táxi, e disse que a corrida até o hotel Dan Inn Express (Rua Maria Antônia, nº 40, Higienópolis) custaria R$ 80,00, sendo que no táxi o valor iria ser bem superior. Como não me lembrava do valor que paguei pela mesma corrida em 2012, quando estive na cidade, acabei aceitando.

O automóvel era um sedam modesto, e o ar-condicionado não era dos melhores. Enfrentamos um trânsito bem complexo e alguns congestionamentos, mas o que deixou toda a situação mais leve foi o motorista. Um senhor já de idade mas bom de conversa. Geralmente não gosto de conversar com taxistas (embora utilize pouco esse tipo de transporte), mas esse senhor me fez dialogar tranquilamente. Ele disse que estava cansado da correria da cidade, e também comentou que ele e os irmãos optaram em comprar um sítio com a herança que receberam dos pais. Todos os irmãos compartilham o sítio, e se reúnem nos finais de semana. O local seria um refúgio da correria que eles vivem na grande São Paulo. O motorista estava com o celular descarregado, e não sabia ao certo onde ficava o hotel, então eu mesmo fui orientando ele com o que recordava da minha última viagem à cidade. “Ele fica na Av. Consolação, entre o Cemitério da Consolação e o Edifício Copan (mais tarde lembrei que esse prédio fica exatamente na Av. Ipiranga). Faça esse trajeto que eu reconhecerei o prédio pro senhor”. E foi exatamente assim que chegamos ao hotel.

O Dan Inn Express não mudou muita coisa, só o quarto onde estive acomodado que desta vez tinha vista para o lado da Av. Consolação onde fica a Praça Roosevelt (poderia ser chamada de "Skate Park"), sendo que em 2012 a vista que eu tinha era para o lado dessa mesma avenida sentido Cemitério da Consolação. Outra novidade foi o acesso à Internet que não era mais cobrado à parte e o café-da-manhã que estava incluído na diária. Os atendentes sempre muito amistosos, mas rigorosos quanto à chave do quarto (um cartão magnético), pois parecia que a recomendação superior era “não deixem em hipótese alguma os hóspedes saírem do hotel levando o cartão”.

Av. Consolação - Praça Roosevelt à direita

Av. Consolação - Igreja de Nossa Senhora da Consolação

Av. Consolação
Assim como as outras viagens que eu fiz, nesta eu também não programei um roteiro, apenas fui me deixando levar de acordo com os meus interesses e a minha disponibilidade física, afinal, não sou mais tão jovem como em anos anteriores.

24/01/2017 (terça-feira): Devido a correria da viagem até São Paulo eu resolvi descansar um pouco, mas no final da tarde resolvi dar a primeira volta pela região. Com base no que recordava da última viagem eu fui até o Teatro Municipal caminhando pela Av. Consolação sentido nordeste. Dei uma volta por aquela região, onde também fica o prédio da Prefeitura do Município e o Shopping Ligth, que ocupa um grande prédio de arquitetura histórica, inclusive foi nesse centro de compras onde fiz minha primeira refeição na cidade. Após isso, já no começo da noite retornei para o hotel.

25/01/2017 (quarta-feira): Feriado de aniversário da cidade de São Paulo, que nesta data completou 463 anos (no dia anterior foi o aniversário de instalação de Porto Velho/RO). Saí pela manhã para fazer mais passeio. Voltei à região do Teatro Municipal, onde tirei várias fotos e depois peguei  a Av. Consolação sentido sudoeste com destino ao Museu da Imagem e Som - MIS, que fica no Bairro Jardins. Ao caminhar pela Av. Consolação passei pelo cemitério de mesmo nome, o qual é bem grande (caminhando parece que o muro cemitério não termina nunca). Também passei pelo prédio do Tribunal Regional do Trabalho - TRT-SP 2ª  Região, e por várias lojas de lustres (um mais bonito que o outro), já chegando na Av. Paulista, a qual, devido ao feriado, já estava interditada para o trânsito livre de pedestres que encontram ali uma opção para a prática de exercícios físicos, como fazer caminhada, correr, andar de bicicleta, patins, skate,...) ou mesmo para apreciar os vários artistas de rua ou mesmo conhecer os vários shoppings museus e demais espaços culturais que tem ao longo da avenida. Como meu destino era o MIS eu não pude nesse momento apreciar Paulista, onde tão somente me apontaram a Rua Augusta como principal acesso ao museu. Eu então a segui sentido sudoeste. Caminhando pela rua foi percebendo que ela ia mudando de paisagem. A rua começa com alguns bares, conveniências, pequenas lojinhas, mas a certa altura da caminhada ela já se chamava Rua Colômbia (assim como outras da região cujos nomes era os mesmos de países americanos). Há certa distância a rua agora já se chamava Av. Europa, e nos dois lados dessa avenida notei que haviam muitas concessionárias de veículos automotores, e algumas delas de marcas que eu nem sabia que existiam. Quando dei por mim eu já estava no bairro Jardins sentido Jardim Europa, que é uma região nobre da cidade de São Paulo. Quando cheguei no Museu da Imagem e Som - MIS, notei que a fachada fazia alusão à personalidade que estava sendo homenageada. Havia um grande telão que retratava a imagem de um terno preto, e bem no alto, no centro, onde deveria haver o nó da gravata, estava a imagem do microfônico característico do maior comunicador do Brasil: Sílvio Santos. Logo na entrada fui informado que o acesso naquele feriado era gratuito (geralmente custaria R$ 12), mas antes de entrar recebi um pequeno adesivo redondo que coloquei na camisa, e ao pegar o ingresso recebi outro adesivo de cor diferente que também coloquei na roupa. Após isso fui orientado a entrar na "fila das 14h". No momento de finalmente ver a exposição, todos foram orientados a guardar as bolsas e mochilas num guarda-volume, e nos disseram que fotografias estavam permitidas desde que sem o flash. Em vários ambientes éramos convidados a conhecer um pouco mais da vida de Senor Abravanel, isso mesmo, esse é o verdadeiro nome de Sílvio Santos. E além da biografia dele também haviam ambientes que remetiam aos mais célebres programas e atrações da história do SBT, como o "Troféu Imprensa", "Show de Calouros", "Chaves", e até uma imitação do pião do Baú da Felicidade estava à disposição dos visitantes.

Teatro Municipal de São Paulo

Teatro Municipal de São Paulo

Prefeitura Municipal

Policiamento (a pé, em viaturas, bicicletas, motos e cavalos)

Teatro Municipal

Shopping Ligth

Teatro Municipal


Cemitério da Consolação

Museu da Imagem e Som - MIS







  

Museu da Imagem e Som - MIS

Museu da Imagem e Som - MIS

Museu da Imagem e Som - MIS 
Igreja de Nossa Senhora do Brasil


Ao sair do MIS resolvi dar uma passada no Parque do Ibirapuera, onde estaria havendo um grande evento em comemoração ao aniversário da cidade. Confiando na minha memória, eu voltei pela Av. Europa até a Av. Brasil, por onde segui pela direita (sentido sudeste), onde fui parar exatamente no Parque do Ibirapuera. Um trio elétrico estava animando o público que tomou conta do entorno do Monumento às Bandeiras, mas tudo aquilo se tratava de um evento fechado promovido pela cerveja Skol. Como não tive interesse em ficar no meio da multidão, eu entrei no interior do parque. Passei pelo "Planetário Aristóteles Orsini", cuja fila para entrar estava gigantesca, e também passei pelo "Museu Afro Brasil" e pelo "Auditório Oscar Niemeyer" que estava fechado. Ali perto visitei o "Pavilhão Gov. Lucas Nogueira Garcez", a Oca, que estava vazia, embora o espaço interior chamasse a atenção por ser enorme. Tirei várias fotos no parque, mas o cansaço falou mais alto, e não demorou muito eu resolvi retornar para o hotel. Andei pela Av. Brigadeiro Luis Antônio sentido Av. Paulista, e ali perto peguei um ônibus até o hotel.

Parque do Ibirapuera

Parque do Ibirapuera

Parque do Ibirapuera

Parque do Ibirapuera

Parque do Ibirapuera - Auditoria Oscar Niemeyer

Parque do Ibirapuera

Parque do Ibirapuera - Interior da Oca

Parque do Ibirapuera - Interior da Oca

Parque do Ibirapuera - A Oca



26/01/2017 (quinta-feira): Pela manhã fui direto ao Edifício Copan, que fica no começo da Av. Ipiranga, bem perto do hotel. No prédio fui informado de que o acesso ao terraço seria permitido só a partir das 10h30min, e como ainda era cedo, tive que dar uma voltinha pela região. Visitei uma galeria e passei pela Praça da República, a qual não gostei nenhum pouco. O gramado estava desgastado, e havia terra e lama em alguns trechos, além de muitos mendigos. Alguns deles chegaram a tomar conta do coreto. Num determinado ponto, de frente para o palácio, havia uma espécie de moradia improvisada com uma lona e um sofá velho. Notei que naquela região havia uma estação de metrô: a Estação da República, a qual seria a mais próximo do hotel, no entanto, antes de me aventurar nesse transporte público, eu fui para o Copan, pois já estava perto do horário da visitação. Assim que cheguei já haviam alguns turistas estrangeiros esperando a hora certa para subir. No primeiro andar anotamos nosso nome e cidade de origem num livro, e depois nos levaram aos elevadores, por onde em grupos chegamos ao terraço do prédio. Lá no alto os turistas tivemos até 10 minutos para contemplar a vista e fazer os registros fotográficos. Lá em cima conheci o Rodrigo, que é natural de São Paulo mas está vivendo em Santa Catarina. Ele e amigos administram um espaço chamado Turistando Ali, que é dedicado a turistas com espírito de aventura, e onde eles publicam dicas e outras informações muito importantes sobre as viagens que já realizaram, incluindo a mais recente aventura numa kombi.

Edifício Copan


Escada do Edifício Copan

 Terraço do Copan 

 Terraço do Copan

 Terraço do Copan - Av. Consolação

 Terraço do Copan

 Terraço do Copan - Note a cúpula da Catedral da Sé

 Terraço do Copan

 Terraço do Copan - Relógio da Estação da Luz

 Terraço do Copan - Em destaque Edifício Terraço Itália

 Terraço do Copan - Em destaque a Prefeitura de São Paulo

 Terraço do Copan
Depois do Copan continuei minha caminhada pela Av. Ipiranga sentido nordeste, até chegar na Av. São João, onde entrei à direita (sentido sudeste). Esta avenida dá acesso ao Centro Financeiro de São Paulo, porém, devido ao clima chuvoso, eu dei uma parada na Galeria do Rock (outro importante ponto turístico da cidade). Fui até o último andar acessível da galeria e fui descendo olhando as vitrines de todas as lojas, e até entrei em algumas delas. No local notei que havia a prestação de serviço de estampagem de camisas, tatuagem, barbearia, e também a venda de roupas, instrumentos musicais, e inúmeros itens relacionados ao rock e games, e claro, também havia espaço para alimentação. Ao sair da galeria a chuva tinha dado uma trégua, então passei pela Praça das Artes, mas quando me dirigi para o Centro Financeiro a chuva voltou a cair, e com isso eu tive que correr para o prédio da Central dos Correios. Lá dentro fiquei impressionado. O prédio é histórico, mas o interior é bem moderno, contando até com escada rolante. Mas apesar disso, embora o prédio seja muito grande, havia muito espaço livre. O átrio no meio do prédio é enorme! Ao passar novamente pela recepção tive uma surpresa. O prédio (que é grandioso) levou apenas dois anos para ser construído! A a construção do prédio teve início em 1920 e ficou pronto em 1922. Imediatamente lembrei do Teatro Estadual de Rondônia em Porto Velho, que levou quase 20 anos para ser concluído, e também dos elevados e viadutos que ainda não ficaram todos prontos. Quando a chuva parou, eu fui almoçar num restaurante simples que havia ali perto, e logo voltei para o hotel, mas para minha falta de sorte a chuva persistente me pegou no caminho. Parei numa loja de calçados, onde tive que comprar uma sandália para não molhar o único tênis que tinha levado nessa viagem, e assim, caminhando, debaixo de chuva, cheguei ao hotel.

Fachada do Edifício Terraço Itália

Galeria do Rock

Galeria do Rock

Interior da Galeria do Rock

Largo do Paiçandu - Em destaque a Igreja de Nossa Senhora do Rosário

Interior da Galeria do Rock

Interior da Galeria do Rock

Elevadores da Galeria do Rock

Central dos Correios

Central dos Correios

Central dos Correios
À noite eu resolvi assistir um filme, então cacei no mapa onde teria um shopping com cinema próximo, e o escolhido foi o Pátio Higienópolis. Para chegar nesse centro de compras, saí do hotel, cuja porta dá direto pra Rua Maria Antônia (que depois de alguns metros se torna a Av. Higienópolis). Desci a ladeira sentido noroeste, e não demorou muito eu já estava no shopping, o qual é muito bonito, e embora do lado de fora pareça pequeno, ele tem vários pavimentos no subsolo e para cima. O átrio chama a atenção pela cúpula de vidro transparente que no alto. O cinema que atende no local é o Cinemark Brasil, e mesmo sem ter ideia de como funcionava, eu utilizei um dos totens para comprar o ingresso e o combo de pipoca e refrigerante. O filme escolhido foi o "Resident Evil 6 - O Capítulo Final" (infelizmente legendado), e tudo custou cerca de R$ 60. Após o filme, que terminou por volta das 22h00min, eu retornei andando para o hotel, e no caminho jantei numa lanchonete da região, de frente para uma blitz de trânsito que estava sendo realizada pela Polícia Militar.

Shopping Pátio Higienópolis
27/01/2017 (sexta-feira): Pela manhã meu destino era o Centro Financeiro de São Paulo, pois queria visitar o alto do Edifício Altino Arantes (o Prédio do Banespa), que também é símbolo de São Paulo. Saí do hotel, segui alguns metros pela Av. Consolação sentido nordeste até pegar a Av. Ipiranga, por onde segui até a Av. São João, e no final dessa avenida cheguei no Centro Financeiro, onde encontramos os prédios históricos do Banco do Brasil e do antigo Banco do Estado de São Paulo, o Banespa, agora Santander, e também onde fica o prédio da Bolsa de Valores de São Paulo, a Bovespa. Ao perguntar sobre a visitação no Edifício Altino Arantes, fui informado de que não estava mais acontecendo. Diante disso recorri ao Edifício Martinelli que fica ali pertinho, e já foi considerado o primeiro arranha-céu do Brasil. O acesso ao terraço que aconteceu por grupos, durou até 30 minutos. Lá em cima é possível ver grande parte da cidade, inclusive o alto do Prédio do Banespa, assim como as torres e a cúpula da Catedral da Sé, o Viaduto Santa Ifigênia, entre tantos outros lugares. Nessa visitação conheci uma carioca chamada Jaqueline, que me ajudou com algumas fotografias, e até se ofereceu para ir comigo andando até a Catedral da Sé fazer outros registros.

Av. Consolação - Graffiti

Av. Consolação 

Praça das Artes

Rua São João - Graffiti

Rua São João - Edifício Martinelli 

Av. São João

Banco do Estado de São Paulo

Banco do Brasil S/A

Mosteiro de São Bento 

Terraço do Edifício Martinelli

Terraço do Edifício Martinelli - Av. São João

Terraço do Edifício Martinelli 

Terraço do Edifício Martinelli - Cúpula da Catedral da Sé

Terraço do Edifício Martinelli

Terraço do Edifício Martinelli 

Terraço do Edifício Martinelli - Central dos Correios

Terraço do Edifício Martinelli - Edifício Altino Arantes

Terraço do Edifício Martinelli - Catedral da Sé

Terraço do Edifício Martinelli

Terraço do Edifício Martinelli

Terraço do Edifício Martinelli

Terraço do Edifício Martinelli - Viaduto Ifigênia e Edifício Mirante do Vale

Terraço do Edifício Martinelli - Av. São João

Terraço do Edifício Martinelli

Terraço do Edifício Martinelli

Terraço do Edifício Martinelli
Não andamos muito do Centro Financeiro até a Praça da Sé, onde tiramos várias fotos não só da praça mas também do interior do templo religioso. Infelizmente a praça na parte direita da catedral estava muito mal cuidada.  O mato tomava o lugar da grama, e por conta disso, não tive qualquer vontade de tirar fotos dali. Como estava ameaçando chover, eu me despedi da Jaqueline e retornei para o hotel, mas antes dei uma passadinha na Passarela Ifigênia, onde pude ver o prédio que foi considerado o mais alto do Brasil, o Edifício Mirante do Vale, com 170 metros de altura. Ele foi considerado o mais alto do país por 48 anos até ser inaugurado em 2014 o Edifício Millennium Palace com seus 177 metros na praia de Balneário Camboriú em Santa Catarina. Após o passeio retornei para o hotel, e novamente, com a chuva no meu encalço.

Praça da Sé

Catedral da Sé - Porta Principal

Catedral da Sé

Catedral da Sé

Catedral da Sé

Catedral da Sé

Viaduto Santa Ifigênia - Edifício Mirante do Vale

Viaduto Santa Ifigênia

Av. São João
28/01/2017 (sábado): Neste dia quis conhecer o tão falado mercado popular da Rua 25 de Março, então, e me dirigi até a Estação da República para ir de metrô até a Estação do Brás, pois acreditava que ficava lá o centro comercial, no entanto, foi um ledo engano. Ao chegar na Estação do Brás fui informado de que eu deveria ter descido numa estação anterior, na Pedro II. Então comprei outro bilhete, que custa quase R$ 5, e parei na Estação Pedro II. Atravessei a passarela que passa sobre o Rio Tamanduateí, e peguei o começo da Av. 25 de Março onde até então não havia nem comércio. Segui sentido norte até começar as primeiras lojinhas, barracas e aglomerados de pessoas. A movimentação ia aumentando a cada metro. A locomoção no local era complicada devido ao grande número de pessoas, e pessoas de todo o tipo. Muitas lojas e galerias eram parecidas, e grande parte delas eram comandadas por asiáticos que vendiam produtos oriundos daquela região do mundo, entre relógios, roupas, eletrônicos e várias outras quinquilharias legais. Andei toda 25 de Março até a Rua Paula Sousa, e depois retornei, porém, pra minha surpresa, vi que bem pertinho da região mais movimentada da Rua 25 de Março, no alto da Ladeira Pôrto Geral, estava a Estação São Bento, e portanto, em vez de andar mais para chegar na Estação Pedro II, eu peguei o metrô ali mesmo para a Estação da República, mas antes, enfrentei uma fila enorme para comprar o bilhete. Ainda bem que para minha sorte, embora tivesse pego a fila na entrada da estação, ela andou bem rápido. 

Ladeira Pôrto Geral - Estação São Bento

Av. 25 de Março (Centro Comercial Popular)

Av. 25 de Março (Centro Comercial Popular)

Av. 25 de Março (Centro Comercial Popular)

Av. 25 de Março (Centro Comercial Popular)

Edifício Terraço Itália

Edifício Terraço Itália

Av. Ipiranga
No final da tarde saí novamente, e acabei revendo lugares visitados e conhecendo outros.

Av. Ipiranga - Copan

Edifício Mirante do Vale

Ifreja de Nossa Senhora Ifigênia

Teatro Municipal

Teatro Municipal

Teatro Municipal

Pequeno lustre do Teatro Municipal

Via Elevado Presidente João Goulart

Via Elevado Presidente João Goulart

Via Elevado Presidente João Goulart
29/01/2017 (domingo): Este domingo foi reservado para visitar a Av. Paulista, que aos domingos é fechada e dedicada às pessoas, que podem usar todo o espaço para caminhar e fazer exercícios. Entre os parques que encontramos pela avenida o mais bonito é o Trianon, mas desde vez eu não entrei nele, segui direto para o Museu de Artes de São Paulo - MASP, que é outro símbolo da cidade, e onde encontramos possivelmente o maior vão aberto da América Latina. Nesse domingo haviam várias barracas onde o turista podia encontrar diversos objetos, em sua maioria itens de colecionadores. Seguindo pela Paulista o turista pude apreciar os inúmeros prédios que ladeiam a principal avenida da cidade. E já no final, chegando na Praça Oswaldo Cruz, encontrei a Casa das Rosas, que remete o turista ao formato das antigas residências da cidade no passado. O local estava aberto ao público e apresentava a arquitetura e os ambientes de uma casa típica do final do século 18 devidamente preservados. Ao sair da Casa das Rosas, encontrei o Shopping Pátio Paulista cuja fachada é bem charmosa.
















Shopping Pátio Paulista
Ao voltar para o hotel resolvi prestar mais atenção nas atrações espalhadas pela avenida, especialmente as musicais. E enquanto assistia um artista de rua tocar violino, acabei aceitando experimentar a cereja caseira de um ambulante que estava ali perto. Andei um pouco mais pela região, e até almocei por ali. Após isso regressei para o hotel caminhando. Segui pela Av. Paulista sentido noroeste até a Av. Consoloção, e de lá prossegui até o hotel sentido nordeste. Na parte da tarde fui conhecer meu amigo Júlio Cézar no Bairro da Liberdade, mas infelizmente, ao chegar na estação de metrô do bairro nos deparamos com uma grande multidão que ainda comemorava o Ano Novo Chinês, o ano do Galo. Diante disso resolvemos percorrer vários pontos turísticos até terminarmos o passeio no Shopping Cidade São Paulo, onde na despedida fizemos um retrato com nossos irmãos gêmeos (fictícios).



















30/01/2017 (segunda-feira): Dia do regresso à Capital de Rondônia. E por incrível que parece só neste dia resolvi baixar o aplicativo Uber para ir até ao aeroporto de Congonhas, de onde meu voo partiria às 10h55min para Brasília. O aplicativo é bem trivial. Você permite ele acessar sua localização, e você diz para onde quer ir e qual tipo de de Uber que utilizar (lotação de 4 ou mais pessoas). Eu fiz isso e para minha surpresa, o aplicativa mostra uma estimativa de valor da corrida, que no caso, do hotel até o aeroporto, o valor aproximado seria de R$ 34. Muito mais barato do que o valor que me cobraram do aeroporto para o hotel (R$ 80). Assim que um Uber se interessa em oferecer a corrida é possível acompanhar o trajeto dele e a estimativa do tempo para ele chegar. É algo muito prático e que vale muito a pena. No aeroporto correu tudo bem, assim como todo o período em que estive na cidade de São Paulo. O único problema foi a saudade que antes mesmo de embarcar já era grande... Espero voltar logo :)








DICAS E CURIOSIDADES

1 Para quem viaja sozinho e gosta de desbravar lugares novos a principal dica é perguntar. No máximo a pessoa a quem você perguntar pode não saber te dar informação, mas isso é o de menos. Sempre tem alguém por perto que vai saber. É o que nossos avós dizem: "quem tem boca vai à Roma".

2 Alguns semáforos para pedestres em vez de mostrar um bonequinho parado (pare) e um andando (siga), apresenta representações de símbolos da cidade de São Paulo em vermelho (pare) e verde (siga), como a Catedral da Sé, Prédio do Banespa e o Copan.





3 Algo curioso é que a Estação Paulista fica na Av. Consolação, e a Estação da Consoloção fica na Av. Paulista. 

4 Outra curiosidade e que chega a ser objeto de piada é a conversa de que a Av. Paulista representaria a "vida de casado", pois começa no Paraíso (Estação de Metrô) e terminaria na Consolação.

5 Devido aos assaltos e violação a caixas eletrônicos as agências bancárias ficam totalmente fechadas a partir de determinado horário da noite aos finais de semana, ficando disponíveis apenas os Caixas 24 Horas. 

6 A quem possa interessar, segue os dados do Hotel Dan Inn Express, que embora seja modesto, ele encontra-se numa localização priviligiada da cidade, e também, por ser o ponto de partida para todos os passeios narrados aqui:
DAN INN EXPRESS
Rua maria Antônia, nº 40, Higienópolis - CEP: 01303-001
Telefone: (11) 3257-1500
- Na prática o hotel fica no entro das Ruas Maria Antônia com Dr. Cesário Mota Júnior já na Av. Consolação.

7 Este é o mapa dos principais lugares visitados nesta viagem a São Paulo: LUGARES VISITADOS.