sexta-feira, 17 de novembro de 2017

O Brasil não é um país pra se levar a sério


Estou indignado, revoltado, irado com o que fizeram no Rio de Janeiro! E tudo por conta desse sistema político e desgraçado que existe nesse país, e que só favorece os que tem dinheiro ou são influentes. Que Constituição Republicana é essa que diz que todos são iguais perante a lei, mas a própria trata de forma diferenciada uns poucos em detrimento de toda uma coletividade. Sim, estou falando dos políticos que são cheios de prerrogativas que os tornam inabaláveis e acima do que é certo e da própria lei que só alcança "a ferro e fogo" os cidadãos comuns. 



Fiquei com tanta raiva e ao mesmo tempo consternado com o que aconteceu no Rio Janeiro. Enquanto vários servidores com os salários atrasados estavam do lado de fora da Assembleia Legislativa, lá dentro a maioria dos deputados celebravam a impunidade livrando da cadeia o Presidente de Casa e outros deputados envolvidos em corrupção. Todos haviam sido condenados à prisão pela Justiça Eleitoral. 

É inadmissível que um Estado falido promova esse tipo de imoralidade escrota e imunda para população que está sofrendo tão drasticamente os malefícios da "roubalheira"; da dilapidação do dinheiro público, da praga dessa corrupção desvairada que tomou conta daquele Estado e está entranhada nos mais diversos organismos públicos desse país e no próprio meio social.

Eu sou a favor, e espero estar vivo pra um dia ver a decretação de pena de morte para políticos bandidos, e não qualquer morte, tem que ser morte feia, doída, sangrenta para os outros pensem duas vezes antes de imaginarem qualquer ato de corrupção. 

Aliás, esses desgraçados, os políticos corruptos; bando de pragas, hoje mesmo deveriam estar sendo dedetizados desse mundo se estivessem sendo julgadas e condenadas pelo Tribunal Penal Internacional por crimes contra a humanidade, afinal, roubar dinheiro público que deveria ser destinado para saúde; aos hospitais, prontos socorros, unidades de saúde, trata-se sim de crime contra a humanidade. 

As milhares de pessoas que morrem porque não são atendidas na rede pública, a qual é deficiente e muito mal aparelhada, certamente estão sendo ASSASSINADAS PELOS POLÍTICOS CORRUPTOS QUE ROUBARAM O DINHEIRO QUE DEVERIA ESTAR SENDO USADO NA ASSISTÊNCIA À SAÚDE DE TODA A POPULAÇÃO.

sábado, 11 de novembro de 2017

Operação Lei Seca de Rondônia passa a ser coordenada por nova Diretoria do DETRAN


A Diretoria Técnica de Fiscalização e Ações de Trânsito - DTF, foi criada através da Lei nº 955/2017, que altera a Lei nº 309/2007, a qual trata da estrutura do Departamento Estadual de Trânsito de Rondônia. A nova Diretoria atuará junto aos assuntos relacionados a fiscalização de trânsito, estatísticas e infrações e penalidades.
A Diretoria Técnica de Operações (DTO) passou a se chamar Diretoria Técnica de Veículos (DTV) mantendo os serviços de registro de veículos e agregando os assuntos relacionados a leilões. A Diretoria Técnica de Patrimônio e Leilões (DTPAL) passou a ser Diretoria Técnica de Engenharia e Patrimônio (DTEP).

DIRETORIAS DO DETRAN-RO
1 Diretoria Geral;
2 Diretoria Geral Adjunta;
3 Diretoria Administrativa e Financeira;
4 Diretoria Técnica de Engenharia e Patrimônio;
5 Diretoria Técnica de Veículos;
6 Diretoria Técnica de Habilitação e Medicina de Trânsito;
7 Diretoria Técnica de Educação de Trânsito;
8 Diretoria Técnica de Fiscalização e Ações de Trânsito.

As atribuições da nova Diretoria estão expressas no Art. 109-A da LCE nº 369/2007, conforme transcrevemos a seguir:

I - administrar a aplicação do Código de Trânsito Brasileiro - CTB quanto à fiscalização de trânsito, ao registro das infrações de trânsito, aplicação das medidas administrativas cabíveis e à aplicação das penalidades correspondentes;
II - apurar os indicadores de desempenho e de gestão de sua área; apoiar os projetos do DETRAN/RO que tenham intercessão com a sua competência; e gerenciar as atividades desenvolvidas pelos serviços das Unidades Administrativas que lhes são vinculadas e subordinadas;
III - planejar, coordenar e executar isoladamente e/ou em conjunto com as demais Unidades Administrativas do DETRAN/RO, a política estadual de prevenção de acidentes de trânsito mediante ações específicas de fiscalização e nas ações de trânsito, a exemplo das decorrentes da condução de veículos automotor, por condutores dirigindo sob a infl uência de álcool;
IV - programar, implementar, acompanhar e avalizar as ações de fiscalização de trânsito em geral, em especial às relacionadas às políticas públicas, como as operações especiais Lei Seca, Cavalo de Aço, de Educação de Trânsito, e outras que venham a ser instituídas;
V - articular-se com os demais Órgãos da Administração Pública Federal, Estadual e Municipal e instituições civis afins para a fomentação de programas e projetos voltados à fiscalização e ações de trânsito, a exemplo da Lei Seca e outras que venham a ser instituídas;
VI - desenvolver ações com as Unidades Administrativas do DETRAN/RO considerando as competências da educação de trânsito, formação de condutores, veículos, bem como com os demais órgãos e esferas do Poder Público no mesmo segmento;
VII - administrar as atividades das Unidades Administrativas que lhes são vinculadas e subordinadas;
VIII - gerenciar e controlar os pedidos de compras, estoque,
reposição e descarte de materiais e equipamentos utilizados nas ações de fiscalização de trânsito em geral e nas operações especiais;
IX - acompanhar e orientar as atividades dos agentes de trânsito quanto aos aspectos ligados à produtividade e à efetividade;
X - propor à Direção-Geral:
a) o desenvolvimento de programas e ações de formação, capacitação, aperfeiçoamento e atualização de servidores dos órgãos vinculados e subordinados à Diretoria; e
b) a realização de convênios, acordos de parceria ou contratação de serviços para atender as necessidades das Unidades Administrativas da Diretoria, na sua área de competência;
XI - propor e monitorar a execução de contratos, convênios e outros instrumentos congêneres relativos à sua área de atuação;
XII - organizar, manter e controlar o Sistema de Informação da Diretoria;
XIII - proporcionar capacitação aos servidores das Unidades
Administrativas vinculadas e subordinadas à Diretoria;
XIV - instruir processos administrativos e judiciais do escopo da Diretoria;
XV - fornecer as informações necessárias aos pedidos dos órgãos e entidades do Executivo, Judiciário, Legislativo, Ministério Público e Tribunal de Contas do Estado; e
XVI - exercer outras atividades que lhe forem atribuídas por Resolução do Conselho Diretor, do interesse da Autarquia.

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Porto Velho recebeu em 2017 quase R$ 60 mi das duas UHE's que tem no município

Segundo o relatório da Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL, o município de Porto Velho teria recebido em 2017 a quantia de R$ 57.667.610,16 em royalties pagos pelas duas hidrelétricas que tem em seu território: UHE de Santo Antônio e a UHE de Jirau. Nesse mesmo ano o Estado de Rondônia teria recebido a mesma quantia, ou seja, mais R$ 57.667.610,16, totalizando R$ 115.335.220,32 a serem investidos no Estado. Já a União teria sido pago pelas duas hidrelétricas o total de R$ 28.833.805,08.

Com a exploração de recursos hídricos, as usinas hidrelétricas ficam obrigadas a pagar royalties ao Município (45%), Estado (45%) e União (10%), a fim de que invistam em obras de compensação.

Royalties é uma palavra em inglês que significa regalia ou privilégio. Consiste em uma quantia que é paga por alguém ao proprietário pelo direito de usar, explorar ou comercializar um produto, obra, terreno, etc. Esta palavra é o plural de royalty, que significa realeza.






domingo, 15 de outubro de 2017

Casarão dos Ingleses em Porto Velho



Chegamos até o "Casarão dos Ingleses" através de uma pequena trilha atrás do Monumento ao Primeiro Centenário da Independência do Brasil (1822-1922) no povoado de Santo Antônio. Antes a trilha estava isolada, pois até então avisos diziam se tratar propriedade da Hidrelétrica de Santo Antônio.

CONFIRA O QUE UMA PUBLICAÇÃO NO SITE GENTE DE OPINIÃO FALA SOBRE A CONSTRUÇÃO

1959
Manoel Rodrigues Ferreira, em "A Ferrovia do Diabo", 4ª edição, pág. 130 transcreve parte do livro de Bernardo da Costa e Silva, intitulado "Viagens no Sertão do Amazonas", publicado na cidade do Porto, em Portugal, em 1891, onde se lê que o autor ao descrever o povoado de Santo Antônio nos fala do Casarão da seguinte maneira:

Mais adiante, havia outra grande casa num alto, que desfrutava toda a entrada do porto, e nela eram os escritórios principais da companhia no primeiro andar, e no segundo, residência.

 A Companhia a qual se refere Bernardo da Costa e Silva é a P. T. Collins, de propriedade dos irmãos Phillip e Thomas Collins (e não Paul e Tom Collins como quer um certo jornalista), cujos engenheiros chegaram a Santo Antônio no dia 19 de fevereiro de 1878, passaram a ser chefiados por Thomas Collins a partir de março, e partiram em 19 de agosto de 1879, vencidos pelas doenças e as péssimas condições de trabalho.

Neville B. Craig, engenheiro sobrevivente da P. T. Collins, publicou em 1907, o livro "Estrada de Ferro Madeira-Mamoré - História trágica de uma expedição", traduzido e publicado no Brasil pela Companhia Editora Nacional em 1947, onde se lê na página 198, a primeira notícia sobre a construção do Casarão, em 19 de março de 1878, logo após chegada de Thomas Collins:

Sobre um elevado outeiro de onde se avistava o rio com suas cachoeiras, para cima e para baixo, foram lançadas as fundações para o edifício central da administração da estrada. Ao contrário das outras, esta construção deveria ser de natureza permanente. Fora projetada para se destacar como o prédio mais evidente do lugar: dois andares circundados por varandas com 3 m de largura. O primeiro pavimento destinava-se exclusivamente a escritórios e o segundo seria dividido em cômodos  espaçosos e serviria de residência aos principais funcionários da estrada, em Santo Antônio.

Praticamente todos os escritores que passaram por Santo Antônio, depois da P. T. Collins, falaram do Casarão solidamente edificado em frente à cachoeira de Santo Antônio. Porém, vamos continuar com as informações de Neville Craig e a descrição que ele faz ao voltar de Jaci Paraná, na página 354 do seu livro:

Ao desembarcar em Santo Antônio, no dia 11 de outubro de 1878, vimos que a construção primitivamente usada para sede dos engenheiros fora abandonada. O novo prédio do escritório estava terminado e nele se instalaram os engenheiros, empreiteiros e empregados.

Conquanto destituído de qualquer ornamentação, o edifício era sólido, admiravelmente adaptado ao clima, muito bem localizado e consideravelmente superior a qualquer outro existente nas margens dos rios, acima do Pará.

Neville B. Craig segue descrevendo as particularidades do prédio, as quais deixamos de nomear por fazerem parte das primeiras citações, no entanto, o que nos chama a atenção é que o prédio é descrito com "de dois andares circundado por varandas de 3 m de largura" e o tempo recorde (19 de fevereiro a outubro de 1878) em que ele foi construído.

A importância da informação de Craig é nos levar à conclusão de que a edificação era retangular ou quadrada e, portanto, não possuía os acréscimos laterais que se observa hoje, e a ausência das varandas laterais nos dois pavimentos do prédio, restando apenas no lado da cachoeira, vestígios dessas varandas na parte inferior.

Considerando, portanto, a informação de quem participou indiretamente da construção do Casarão, no mês de outubro de 2008, o prédio em questão estará completando 130 anos de existência.

Assim, senhores funcionários de Furnas, acreditamos estar esclarecido que o Casarão foi construído pela P. T. Collins, em-presa americana e não pelos ingleses.

Consta dos estudos para construção das hidrelétricas que o casarão será "reconstruído" (construído uma réplica) em outro lu-gar, o que nos leva à conclusão de que o verbo "reconstruir" está empregado de maneira incorreta, na tentativa de enganar os su-postos incautos filhos desta terra.

Em sendo verdade esta "reconstrução nas proximidades do local atual", só nos resta dizer que qualquer imbecil sabe que não terá nenhum valor histórico. Sabe-se, também, que hoje existem técnicas que permitem mudar de local aquele prédio, sem prejuízo para as tradições históricas do nosso povo.

OUTRO VÍDEO

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