domingo, 4 de janeiro de 2015

A obra "Le Petit Prince" (O Pequeno Príncipe) agora é de domínio público

Foto da Internet
Seguindo as regras próprias dos países de nascimento dos autores, em 2015 as obras de Antoine de Saint-Exupéry, Piet Mondrian, Wassily Kandinsky e outras entraram em domínio público.  Isso acontece porque o primeiro dia do ano é o Dia do Domínio Público e as obras podem ser usadas livremente por qualquer pessoa, sem restrições ou necessidade de pagamento ou autorização.

Isso significa que, se você copiar a obra, não vai mais estar infringindo direitos autorais.  As pessoas podem reproduzir, copiar, criar obras derivadas, remixar e o que mais lhe vier à cabeça.

Domínio público, no Direito da Propriedade Intelectual, é o conjunto de obras culturais, de tecnologia ou de informação (livros, artigos, obras musicais, invenções e outros) de livre uso comercial, porque não submetidas a direitos patrimoniais exclusivos de alguma pessoa física ou jurídica, mas que podem ser objeto de direitos morais.

Em geral, os países tornam uma obra pública no primeiro dia do ano seguinte em que se completam 50 ou 70 anos da morte do autor.

No Brasil, os direitos autorais duram por setenta anos contados de 1° de janeiro do ano subsequente ao falecimento do autor. Além das obras em que o prazo de proteção aos direitos excedeu, pertencem ao domínio público também: as de autores falecidos que não tenham deixado sucessores, as de autor desconhecido, ressalvada a proteção legal para os conhecimentos étnicos e tradicionais.

Fonte: EBC-Cultura

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Apesar de ter passado a infância sendo chamado de "Pequeno Príncipe" por causa de um desenho animado baseado nesta obra literária, finalmente hoje, aos 26 anos, resolvi ler o livro... O que lamento não ter feito antes, afinal, a estória é curta e demasiada interessante e envolvente. De tudo podemos tirar alguma lição, porém a parte mais interessante foi o encontro e os ensinamentos da raposa, a primeira amiga que o Pequeno Príncipe fez na Terra. 


Confira algumas das frases mais célebres presentes na obra:

"Tu não és ainda para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu também não tens necessidade de mim. Não passo aos teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo".


"Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde às três eu começarei a ser feliz".


"Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos".


"Amar não é olhar um para o outro, é olhar juntos na mesma direção".

"Num mundo que se faz deserto, temos sede de encontrar um amigo".

"O verdadeiro homem mede a sua força quando se defronta com o obstáculo".

"Viva o hoje, pois o ontem já se foi e o amanhã talvez não venha". 

"Só conheço uma liberdade e é a liberdade do pensamento". 

NOVO FILME BASEADO NA OBRA SERÁ LANÇADO EM 2015

Até o final do ano de 2015 a Paramount Pictures lançará o longa de animação cuja adaptação será dirigida por Mark Osborne, que dirigiu o filme "Kong Fu Panda. O trailer divulgado pela Paramount é apresentado ao som da música Somewhere Only We Know, que foi sucesso na voz de Lily Allen.


ANTOINE JEAN BAPTISTE MARIE ROGER FOSCOLOMBE DE SAINT-EXUPÉRY


Este é o nome completo do autor de "O Pequeno Príncipe". Foi o terceiro filho do conde Jean Saint-Exupéry e da condessa Marie Foscolombe, nasceu na cidade francesa de Lyon em 29 de junho de 1900. Foi piloto, escritor e ilustrador. Na noite de 31 de julho de 1944, ele decolou de uma base aérea na Córsega e não retornou. O alemão Horst Rippert assumiu ser o autor dos tiros responsáveis pela queda do avião e disse ter lamentado a morte de Saint-Exupéry. Seu corpo nunca foi encontrado.

Entre suas obras literárias destacam-se:

- L'Aviateur (O aviador) - 1926
- Courrier sud (Correio do Sul) - 1929
- Vol de nuit (Voo Noturno) - 1931
- Terre des hommes (Terra dos Homens) - 1939
- Pilote de guerre (Piloto de Guerra) - 1942
- Le Petit Prince (O Pequeno Príncipe, no Brasil, ou O Principezinho, em Portugal) - 1943
- Lettre à un otage (Carta a um refém) - 1943/1944
- Citadelle (Cidadela) - 1948.


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